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Presos recebem comida imprópria para humanos e ficam doentes no ES


A fornecedora é a Cozisul Alimentação, alvo de 380 processos por irregularidades. A empresa recebeu do governo R$ 43 milhões em 2016 - 52% do total usado em alimentos com presos

Carne irregular foi flagrada na Penitenciária Estadual de Vila Velha III, que fica no Complexo de
Uma série de fiscalizações em presídios do Espírito Santo revelou que detentos receberam alimentos proibidos para o consumo humano e acabaram infectados por doenças.

A constatação está em um relatório da Gerência de Controle, Monitoramento e Avaliação de Gestão Penitenciária, datado de 6 de julho deste ano, e encaminhado ao subsecretário estadual da Justiça de Controle e Suporte, Ailton Xavier. O órgão de fiscalização é da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

Todos os alimentos foram fornecidos pela empresa Cozisul Alimentação Coletiva Eireli, que entre janeiro de 2012 e maio de 2017 foi alvo de 380 processos administrativos para apurar irregularidades encontradas em fiscalizações.

Carne imprópria

O relatório informa que no dia 23 de junho de 2017, por exemplo, fiscais comprovaram que "foram fornecidas refeições cujo prato proteico foi preparado a partir de 'recortes de carne suína', ou seja, carne industrial utilizada exclusivamente como insumo de produção de embutidos e processados".

De acordo com o relatório, o almoço daquele dia e o jantar do dia anterior continha refeição diferente do previsto no cardápio e "apresentava-se com predominância de gordura e pele".

Diante do que encontraram fiscais consultaram o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), que pesquisou os alimentos e atestou serem impróprios para humanos.

"Por meio de correspondência eletrônica, a médica veterinária do Idaf manifestou que aquele tipo de corte é de uso exclusivo para fins industriais, não sendo, portanto, permitido seu uso em restaurante/Unidade de Alimentação e Nutrição, para preparação de refeições", conforme o relatório e seus anexos.

A Gerência de Controle, Monitoramento e Avaliação de Gestão Penitenciária notificou a empresa Cozisul e determinou a retirada imediata do 'recorte suino' de suas unidades de produção.

A equipe solicitou ainda o envio das notas fiscais dos 'cortes suínos' e acabou encontrando outra irregularidade: as notas referiam-se ao 'corte de paleta suína', ou seja, produto diferente do 'recorte suíno' que estava sendo fornecido aos detentos. Essa prática, segundo o relatório, permitia a empresa entregar um produto mais barato e cobrar por um mais caro.

Presos doentes

O relatório revelou ainda que internos foram contaminados por Doença Transmitida por Alimento (DTA) depois que ingeriram pão com presunto.

A contaminação, segundo o relatório, foi confirmada pela Vigilância Epidemiológica após análise em água e fezes de presos.

Além disso, o Laboratório Central da Secretaria Estadual de Saúde também analisou o material e apontou que:

"O produto em questão era impróprio para o consumo humano por conter indicadores da presença de bactérias patogênicas e número elevado de estafilococos coagulantes positivas".

Soro no lugar de leite

A fiscalização também descobriu que a empresa forneceu 'composto lácteo com gordura vegetal', ou seja, 'soro com sabor de leite em substituição ao leite integral', o que sugere mais um descumprimento contratual, segundo o relatório.

Os fiscais listaram ainda uma série de outras irregularidades:

- Troca frequente de carnes por embutidos, o que, segundo o relatório, "possibilitava ganho para a empresa e consequente prejuízo ao erário";

- Entrega de alimentos com ausência de itens;

- Fornecimento de alimento com peso inferior ao contratado;

- Entrega de refeições em veículos inapropriados;

- Falta de Alvará Sanitário nas Unidades de Alimentação e Nutrição da empresa, além da ausência de Alvará de Funcionamento de algumas unidades de produção.

Empresa responde a 380 processos

A empresa Cozisul é responsável por 13 dos 34 contratos de fornecimento de alimentos firmados com a Secretaria Estadual de Justiça, o que representa participação de 38,24% do total dos contratos.

A empresa atende a 10.197 internos, ou seja, 53% do total de presos, e faturou R$ 43.214.160,29 em 2016, o equivalente a 52% do volume de recursos despendidos a alimentação, que foi de R$ 82.861.115,31.

O relatório elaborado pela Gerência de Controle, Monitoramento e Avaliação de Gestão Penitenciária informa que entre janeiro de 2012 e maio de 2017 foram abertos 380 processos administrativos contra a Cozisul para apurar diversas irregularidades encontradas em fiscalizações.

No relatório, os fiscais pedem a rescisão dos 13 contratos em vigor; a convocação de outras empresas que participaram da licitação para prestar os serviços; a instauração de procedimento administrativo para que a empresa seja impedida de contratar com o poder público.

O relatório consta no processo 78686570, instaurado para analisar a rescisão dos contratos com a empresa Cozisul, e está no gabinete do secretário estadual de Justiça, Wallace Tarcísio Pontes, aguardando providências.

Outro lado

A Cozisul foi procurada, mas informou que até às 10h desta quinta-feira nenhum 'representante legal' havia chegado para atender a reportagem.

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou, em nota, que a alimentação fornecida aos detentos dos sistema prisional passa por constante e rigoroso processo de fiscalização.

"Assim que a fiscalização de rotina detectou supostas irregularidades cometidas pela empresa Cozisul, a própria secretaria iniciou investigação do caso, que culminou na instauração do Procedimento Administrativo para apuração dos fatos", diz a Sejus 
Fonte Agazeta es

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