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"Evangélicos saem na frente, têm presença na mídia", diz pesquisadora


Pesquisadora aponta que eleições 2018 abrem caminho para nomes e personalidades conhecidos pelo público e em busca de protagonismo

Não é de agora que os evangélicos fazem parte da política nacional e, atualmente, sua bancada na Câmara Federal já corresponde a 17% dos 513 deputados, número que vem avançando a cada ciclo eleitoral. Porém, desde 2014 o segmento mira não somente o parlamento, mas também o Executivo. De coadjuvantes, eles querem agora o protagonismo nas eleições presidenciais. A revelação é feita pelo livro “Religião e Política:

Medos Sociais, Extremismo Religioso e as Eleições 2014”, recém-lançado após estudo realizado pela pesquisadora da Universidade Federal Fluminense Christina Vital, uma das autoras da obra. Em entrevista para A GAZETA, Vital conta o que levou os evangélicos a lançarem o seu primeiro presidenciável na eleição passada, e não descarta a possibilidade de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ser o próximo nome, em 2018.
Christina Vital, pesquisadora e co-autora do livro "Religião e Política: Medos Sociais, Extremismo Religioso e as Eleições 2014"
Foto: Livan/Unicamp

Do que se trata o livro?

Ele é resultado de um trabalho interinstitucional, que se desenvolve quando acompanhamos as eleições de 2010, com a temática do direito das mulheres e dos LGBTs e, posteriormente, em 2011, no caso que ficou conhecido na grande mídia como “kit gay”, entendendo como se organizava a frente parlamentar evangélica.

O que ocorreu na eleição presidencial de 2014?

Aquele ano foi muito relevante, a gente observava ali, através do pastor Everaldo (PSC), a primeira candidatura confessional evangélica para a Presidência da República, que tinha uma apresentação muito contrária ao governo do PT, sendo uma das críticas relacionada à pouca contemplação da agenda que tinha feito com que os evangélicos se envolvessem na campanha da Dilma em 2010.

Houve mudança de postura dos evangélicos?

Essa tentativa de organizar os evangélicos em torno de uma candidatura confessional faria com que eles se mobilizassem. Assim foi confeccionada carta do bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, para os evangélicos tomarem atenção quanto à candidatura, que se organizassem em torno dela, pois era um momento especial, onde eles deixavam de ser massa de manobra, pedintes, para serem negociadores.

O que são os medos sociais no título do livro?

No livro a gente aborda sentimentos sociais que gravitam em torno daquela eleição (2014), do desejo de mudança, que 74% da população clamavam, mas não de forma prospectiva, mas por desejo de retorno ao passado que a gente foi acompanhando, um sentimento de atordoamento.

Pastor Everaldo foi boa aposta para o cenário?

Neste quadro de atordoamento, de desesperança, sem localizar um ator da mudança, a candidatura da reeleição sairia beneficiada. Mas a figura do pastor Everaldo era aquela que para os cientistas políticos, jornalistas, estava se apresentando em terceiro lugar e poderia levar a eleição para o 2º turno com 8 a 10% do eleitorado nacional.

Estava dando certo?

No começo da disputa o pastor estava em empate técnico com o Eduardo Campos (PSB). Eduardo com 7% e ele com 4%, a margem de erro estava em um lugar que apontava para a possibilidade de 2º turno. E com ele se apresentado ao grande público mobilizaria a massa evangélica e os números cresceriam.

O que deu errado?

Foi a primeira vez do pastor disputando cargo eletivo e logo a Presidência da República. Ele também viu emergir processo da esposa contra ele, de violência doméstica. E o principal, a morte do Eduardo Campos, lida por boa parte dos evangélicos de que a Marina Silva (Rede) deveria ser mesmo a candidata representante deles a ser eleita. Desse momento em diante o pastor passou de 4% para 1% e terminou o pleito em 5º lugar com 0,8% dos votos válidos. Foi tanta exposição que a Marina assumiu o 1º lugar na disputa, mas no final ficou em terceiro.

Como será 2018?

Alguns cientistas políticos têm avaliado, com a nova configuração em torno do financiamento de campanha, que será mais favorável às pessoas que têm recursos próprios para investir em suas campanhas e aquelas personalidades muito conhecidas do grande público, lideranças de massa, midiáticos. Nesse sentido os evangélicos saem bastante na frente, vários deles têm grande presença na mídia. Em 2018 pode haver uma grande possibilidade de uma nova mobilização em torno de uma candidatura evangélica.

Bolsonaro é a aposta?

Seus filhos são evangélicos e ele foi batizado pelo pastor Everaldo, da Assembleia de Deus, nas águas do Rio Jordão. Ele se filiou ao PSC e muitos perceberam ali clara manobra em torno de seu nome como candidato à presidência em 2018. Mas coisas aconteceram desde lá, existe possibilidade de ele sair do PSC.

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