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Doria 2018' empolga rede evangélica em formação



"Entendo que religião não se mistura com política", afirmou o prefeito João Doria (PSDB) na quarta (19), após um encontro com o papa Francisco no Vaticano. Respondia se os dois haviam discutido a crise no Brasil, citada numa carta do pontífice a Michel Temer.

Religião se misturou com a agenda oficial do prefeito de São Paulo nove vezes em três meses e meio de mandato: ele foi a uma missa anglicana e esteve com três católicos (o papa, o arcebispo de SP e o cabeça da Igreja Ortodoxa Antioquina local), mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e quatro evangélicos de expressão nacional.

Não passou batida, na bolsa de apostas para uma eventual candidatura presidencial de Doria em 2018, a aproximação com o último segmento, fatia religiosa que mais cresce no Brasil (de 6% nos anos 1980 para 30% hoje).
Divulgação

O prefeito João Doria com o missionário Ezequiel Pires, da Catedral da Bênção


Doria diz à Folha que uma mudança para o Palácio do Planalto não passa por sua cabeça. "É prudente, sensato manter essa boa relação" com evangélicos, diz o prefeito, que começou a maratona por igrejas na eleição municipal.

Mas 2018 está no radar de muitos apoiadores seus, que contabilizam capital eleitoral na articulação de uma rede evangélica cujo alcance vai bem além de São Paulo.

Numericamente, a Catedral da Bênção, no Brás (região central de São Paulo), é modesta. Cálculo de seu líder, missionário Ezequiel Pires: comporta 500 pessoas, 5% da capacidade do vizinho Templo de Salomão, da Igreja Universal.

Mas Pires enfatiza que "está na rádio FM todos os dias há 30 anos", em programas como "Sábado dos Milagres", e prega "em tudo quanto é igreja" país afora.

O missionário afirma ter "linha direta" para falar com Doria "a hora que quiser". Recebeu-o há um ano, na campanha. "Fui a primeira pessoa a profetizar para ele que seria prefeito e, se fizesse uma boa administração, teria tudo para ser presidente desta nação. Com certeza eu e mais uma equipe de pastores estaremos sempre apoiando [essa ideia]."

Para se aproximar dos evangélicos na eleição, Doria montou uma assessoria religiosa sob guarda de Geraldo Malta, militante histórico do PSDB que já havia ajudado Geraldo Alckmin e José Serra.

Nas prévias tucanas, ele se destacou por uma intriga interna: foi acusado de oferecer R$ 2.000 para militantes apoiarem Doria, o que Malta nega.

O empresário virou o candidato do PSDB, mas no início lhe faltava fôlego nas pesquisas. "Falamos para ele: 'Você está com 3%, vamos nas igrejas, vão gostar de você", diz o pastor Luciano Mafra, da Poderoso Deus. Com Doria eleito, o plano era que Mafra e Malta estabelecessem uma coordenadoria religiosa na Prefeitura.

A estrutura formal não vingou. "Optamos por não departamentalizar, mais por economia mesmo", diz o prefeito, que define a atual contribuição da dupla como "orientação". Para compensar a falta de salário e escritório, os dois podem ser alocados em outros aparelhos municipais –a Cohab é um possível destino, diz Mafra.

Segundo o secretário de Governo paulistano, Julio Semeghini, nenhuma vaga foi acertada. Caso o seja, será uma questão de encaixá-los "dentro de áreas que tenham forte relacionamento com o setor religioso".

Com ou sem cargo, os dois têm a meta de estreitar a relação de Doria com evangélicos. Segundo eles, o tucano tem ao menos cinco visitas a igrejas pré-agendadas para os próximos meses –Renascer em Cristo, Assembleia de Deus Belém, Plenitude do Trono de Deus, Catedral da Bênção e Pleno em Cristo.

Mafra o acompanhou em evento da Assembleia de Deus Madureira, em março.

Na ocasião, o bispo Samuel Ferreira, acostumado a recepcionar a elite política, de Temer a Alckmin, celebrou a amizade : "Quando [Doria] manda um WhatsApp saio mostrando pra todo mundo".

Um dia depois, o prefeito participou do "Visão da Vida", programa do senador e pastor Magno Malta (PR-ES).

Sentado num sofá com Raul Gil, outro convidado, Doria repisou lemas seus ("pichador merece cadeia!") e respondeu perguntas dóceis do pastor e sua esposa. Conduzindo o papo de mãos dadas, o casal enalteceu sua decisão de abrir mão do salário de prefeito.

O pastor carioca Silas Malafaia já jogou confetes em Doria, que no Planalto "faria um bem danado para o Brasil".

Em fevereiro, foi o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, quem abriu as portas. "Estamos ao vivo para milhões", cravou, enquanto a câmera dava close na cara de fiéis lacrimejantes. Valdemiro disse tirar o chapéu de vaqueiro, sua marca registrada, para Doria. "O sr. não se apresentou como político, mas como gestor. É exatamente do que o Brasil e o mundo precisam."

Filho de um ex-deputado do Partido Democrata Cristão, o católico Doria compartilhou um pouco de sua história.

Tinha sete anos quando o pai foi cassado pelo regime militar. Quando a família voltou do exílio sem nada, aderiu ao "trabalho humilde, um salário mínimo, suco e sanduíche [para quem] trabalhasse na hora do almoço".

Despediu-se com um grito ("Deus é luz!"), não sem antes ouvir um apelo de Valdemiro para manter o aumento do limite de velocidade nas marginais, bandeira de sua gestão. "Isso é um absurdo, chego atrasado direto. Me ajuda aí!"

Pedidos de ajuda são comuns. Em geral, lideranças religiosas recorrem à Prefeitura para conversar sobre licenças para templos e reclamar do Psiu, a lei do silêncio, que atinge cultos barulhentos. Também discutem parcerias em áreas como combate a drogas.

No dia 6 de abril, o televangelista R.R. Soares (Internacional da Graça de Deus) encontrou de manhã com Temer e à tarde com o prefeito. Falaram de um templo de sua igreja, em construção perto da rodoviária Tietê, que comportará mais de 10 mil pessoas.

Nas palavras de R.R., que tem um filho vereador e outro deputado estadual, será "uma coisa muito bonita, para a glória de Deus".
Fonte-folha.uol

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