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Grupo italiano investirá R$ 50 milhões em fábrica no Espírito Santo


Resinas produzidas no Espírito Santo serão exportadas


Área na Serra onde a unidade industrial da Geofin vai operar. Por ano, a empresa produzirá cerca de 15 mil toneladas de resinas
Foto: Geofin

Grupo italiano formado por nove grandes empresas, das quais duas já atuam no Brasil, o Geofin anunciou que vai implantar no Espírito Santo uma planta industrial destinada à fabricação de resinas de especialidade. Serão investidos R$ 50 milhões na construção da unidade, que deve ficar pronta nos próximos 18 meses. Assim que começar a operar, a maior parte da produção será destinada ao mercado externo.

A intenção da empresa é produzir, por ano, cerca de 15 mil toneladas de resinas, que vão abastecer mercados da América do Sul e América do Norte. O material químico é utilizado na confecção de produtos como barcos, motores e tinta.

A maior parte dos R$ 50 milhões será destinada à compra de equipamentos como reatores e maquinários industriais. Segundo o grupo, a planta industrial vai ser construída às margens da BR 101, nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal, na Serra.

Com a nova fábrica, a Geofin pretende aumentar seu faturamento anual em R$ 400 milhões, nos próximos 10 anos. Dependendo do nível de burocracia para conseguir as licenças necessárias, a nova unidade poderá ficar pronta em menos de um ano, de acordo com os executivos da companhia.

Das nove empresas do grupo, duas já atuam no mercado capixaba e nacional. O presidente da Geofin, Dino Sprea, diz que vê o Brasil como um país “fundamental” para toda a América do Sul e que, no futuro, Vitória será o ponto de partida para a exportação de seus produtos para os Estados Unidos e o resto do mundo. No Estado, o grupo já investiu cerca de R$ 20 milhões em outros dois negócios que operam no mercado nacional: a Nebrax, que importa produtos da indústria química para abastecer diversos segmentos; e a Madeiras Ecológicas, que importa e distribui madeira sintética para todo o país.

O grupo está no Brasil há 11 anos. Na planta capixaba, serão produzidas resinas endurecedoras epóxi. Para isso, serão contratados técnicos em química, químicos, funcionários administrativos e de outras áreas. A nova planta industrial vai empregar diretamente 50 pessoas, com potencial para gerar 80 vagas quando estiver funcionando com a capacidade plena. Hoje, as duas empresas do grupo no Estado empregam 32 funcionários, sem contar os empregos indiretos.

Verona

O grupo possui em Verona, na Itália, uma planta idêntica à que vai ser construída na Serra. O engenheiro que montou a unidade italiana inclusive chegou ontem ao Estado, para dar início ao projeto no território capixaba. Com a construção da nova unidade, o grupo pretende desacelerar a produção na planta de Verona. “Aqui (no Espírito Santo) vai ser a parte mais produtiva, mas não estamos falando de plantas que competem entre si. Serão plantas que se complementam. Além de tudo, a planta da Itália já está quase saturada, e resolvemos construir a planta brasileira. A italiana deverá funcionar mais como local de pesquisa”, explica Dino.

Em entrevista para A GAZETA, os dirigentes do grupo disseram que já estão negociando, no Estado, com potenciais fornecedores e prestadores de serviços. Também estão mantendo conversas com despachantes aduaneiros, com empresas dos ramos de construção e da área de logística e com o governo do Estado. Segundo Dino, a escolha do Espírito Santo para receber a unidade industrial se deve a diversos aspectos.

“Tem uma logística muito boa, é um Estado onde a comunicação flui e onde a gente se sente seguro para investir. As negociações com a alfândega também têm funcionado dentro das expectativas, temos um porto que nos atende bem e estamos perto de outros centros consumidores”, justifica o presidente do grupo, que no extenso currículo traz experiências em atividades como distribuição de combustíveis e fertilizantes, plantação de tabaco, indústria química e madeira sintética.

O negócio

Investimento

R$ 50 milhões

É quanto o grupo italiano Geofin pretende aportar na construção da fábrica de resinas, na Serra.

Empregos

80 postos de trabalho

Quando a fábrica estiver em plena capacidade de atuação, deverá gerar outras centenas de empregos indiretos, além de atrair empresas prestadoras de serviço e fornecedores para o seu entorno.

Perfil

Exportação

As resinas produzidas no Estado serão, em boa parte, exportadas. O material é utilizado na confecção de outros produtos, como tintas, barcos, motores.

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