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Nova ferrovia da Vale deve abrir 5 mil vagas de emprego no ES



Segundo especialistas, há previsão de mil empregos diretos e 4 mil indiretos na execução da obra


Um investimento que deve superar R$ 1 bilhão, a expansão da Ferrovia Vitória-Minas levará o Espírito Santo a viver um novo momento econômico. A proposta de conectar o Complexo de Tubarão ao futuro Porto Central, em Presidente Kennedy, acentuará, por exemplo, o transporte de minério de ferro de Minas Gerais até Anchieta e abrirá espaço para o escoamento de outros produtos importantes para o comércio exterior, como rochas ornamentais, café e petróleo.
A Vale, atual concessionária da ferrovia, confirmou ter apresentado ao governo federal projeto para construir o novo trecho, que deve cortar ao menos dez municípios capixabas.
Empregos
Foto: Infografia

Nova ferrovia da ValeSegundo especialistas, se sair do papel, o plano, além de abrir cerca de 5 mil empregos (sendo mil diretos e 4 mil indiretos), somente nas obras, consolidará o Estado em referência logística, com a prestação de serviços tanto para enviar mercadorias de vizinhos, como a Bahia, quanto para receber itens que serão distribuídos para diversas regiões do país.
“Hoje, o que mais afeta a economia capixaba é a falta de infraestrutura. Com esse novo trecho ferroviário, vamos ainda importar e exportar commodities, como soja e trigo”, explica o diretor da DVF Consultoria, Durval Vieira.
A mineradora enviou, há quase dois meses, uma carta de intenções à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e as negociações fazem parte do processo para renovar a concessão da Vitória-Minas com vencimento previsto para 2026. A ideia é usar a ampliação para pagar a União pelo direito de permanecer, por mais 30 anos como controladora da estrada de ferro.
Segundo o presidente da Vale, Murilo Ferreira, durante entrevista coletiva ontem, no Palácio Anchieta, a expectativa é fechar o acordo ainda no primeiro semestre de 2017 para que a companhia possa dar largada ao projeto e iniciar a construção da nova estrutura. “Temos que trabalhar com a perspectiva de que 2026 não é amanhã, mas é depois de amanhã”, resumiu Ferreira, ao afirmar ainda que tem sido intensamente cobrado pelo governo do Estado a se posicionar sobre o tema.
Ele acrescentou, ainda, que as discussões sobre a extensão são acompanhadas por Moreira Franco, da Secretaria-Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos, que tem apresentado “uma agenda positiva em relação a esse assunto”. “Após estabelecer os termos dessa renovação, a Vale quer demonstrar o interesse em discutir profundamente a extensão da ferrovia para que essa chegue até Presidente Kennedy, abrindo novo vetor de desenvolvimento e logístico para o Espírito Santo”, disse.
Serão 160 quilômetros a mais de ferrovia, caso a mineradora firme o acordo com a União, que será concluído em menos de seis meses, segundo o diretor de logística da Vale, Humberto Freitas. “A Vale já definiu o valor que poderá pagar pelo trecho Vitória-Minas. Nossa proposta é trocar esse valor pelo novo investimento”.
Segundo o governador Paulo Hartung, essa negociação antecipada entre a Vale e a União tem sido possível devido à medida provisória, que regulamenta o Programa de Parceria de Investimentos (PPI). “Nós propomos ao governo federal que ao invés da Vale aportar dinheiro no Tesouro Nacional, ela faça um novo investimento com esse recurso. Precisamos tornar o Espírito Santo mais competitivo com portos, aeroportos e ferrovias adequados. E precisamos levar uma nova dinâmica para o Sul do Estado. Essa região precisa de injeção de dinamismo econômico”.
Vitória-Rio
De acordo com o consultor Durval Vieira, ainda que a Vale feche contrato com a União para começar as obras na área capixaba ainda neste ano, a ferrovia só deve entrar em operação nos próximos cinco anos. “É uma construção complexa e cara. Tem uma série de desapropriações e de obras como de pontes a serem feitas”.
A expansão da Vitória-Minas pode aproveitar o traçado de outra ferrovia planejada, a Vitória-Rio (EF-118), em estudo pelo governo federal dentro do plano de concessões, sendo necessária mais tarde a licitação apenas da estrada que ligará Presidente Kennedy ao Porto de Itaguaí, no Sul do Rio de Janeiro.
Fonte: A Gazeta

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