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Evangélicos preparam artilharia para 2017


Bancada pressiona pauta da Câmara dos Deputados e celebra queda de Dilma

Depois de votar em peso pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e celebrar seu afastamento como uma vitória contra a “esquerda ideológica”, a bancada evangélica da Câmara dos Deputados já prepara artilharia para 2017. Um dos líderes do grupo de 93 parlamentares, o deputado-pastor Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) considera um elogio ser chamado de conservador e fundamentalista, e já anuncia a intenção da bancada de rever uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre aborto.

Foi criada na Câmara uma comissão especial para discutir o assunto, já que a Terceira Turma da Corte considerou que a interrupção da gravidez até o terceiro mês de gestação não configura crime. Não é só. A bancada evangélica não tem cor partidária e bate de frente com setores mais liberais da sociedade. Com frequência, protagoniza embates verbais pesados sobre políticas públicas para minorias e direitos de homossexuais.
A bancada evangélica da Câmara apoiou o impeachment de Dilma Rousseff, com quem sempre teve atritos. "Dilma e o PT acham que pastor é otário e evangélico é idiota", chegou a dizer, em entrevista, o pastor Silas Malafaia
Foto:Luiz Macedo/Agência Câmara

Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado-pastor João Campos (PRB-GO), da Assembleia de Deus, é autor do atacado (e arquivado) projeto da “cura gay”, tratando orientação sexual como problema de saúde. Procurado e abordado pessoalmente por A GAZETA, ele não quis dar entrevista.

Sóstenes, ao contrário, gosta de falar. Quer levar à votação o Estatuto da Família, mas abranda o discurso porque, inicialmente, o texto concebia família como união de homem e mulher. “O substitutivo não trata desse tipo de reconhecimento. Reproduzimos o que diz a Constituição. Fizeram um cavalo de tróia em cima disso”, reclama.



Como agem

O deputado evangélico Marco Feliciano chegou a receber "ex-gays" em audiência na Câmara em 2015. Dois anos antes, deputados evangélicos tentaram aprovar o projeto da cura gay, arquivado em seguida
Foto:Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

Aliás, Sóstenes é o primeiro a acusar os investigadores de retaliação depois que levaram para depor, numa operação sobre fraude em royalties, seu fiel amigo, o polêmico pastor Silas Malafaia: “Foi retaliação, lamentável, porque Malafaia apoiou a punição de juízes e procuradores por crimes de responsabilidade”.

A bancada costuma marchar unida em pautas de comportamento e de moral, e se concentra em siglas mais ao centro e à direta, como o PSC (ligado à Assembleia de Deus e a à Igreja do Evangelho Quadrangular) e o PRB, ligado à Igreja Universal. Parte dos evangélicos também celebrou a aprovação, na Câmara, da redução da maioridade penal, bandeira da “bancada da bala”.

Nos cultos celebrados dentro da Câmara costumava aparecer o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), evangélico, há meses preso na Operação Lava Jato. Já no Senado não há bancada agindo em nome de religião.

Análise

“Projeto é de chegar ao governo”

Há um novo perfil demográfico, uma nova opção religiosa. Mais de 50 milhões de brasileiros são evangélicos - 26% da população, diz IBGE. Isso se reflete no Legislativo, porque as igrejas são ativas e têm projetos semelhantes aos que a Igreja Católica teve no início do século XX. Os evangélicos estão tendo êxito por representar o tamanho dessa parcela significativa da população. As pessoas se assustam porque não se dão conta que a sociedade tem esse novo perfil. Mais conservador? Depende da área; no empreendedorismo é inovador, e na área dos valores é semelhante à Igreja Católica, só que são mais ativos. Chamo atenção é que os evangélicos têm a mesma pauta da CNBB, os mesmos objetivos programáticos - só que a bancada católica é discreta, e a evangélica, ruidosa. Eles têm um projeto político de chegar ao governo, e é evidente que querem crescer no no Executivo e no Judiciário, como os católicos fazem desde que deixaram de ser religião oficial do país, na proclamação da República em 1889.

Paulo Baía Cientista político (UFRJ)

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