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Pastores em busca de um rebanho de votos

Pastores em busca de um rebanho de votos
 Evangélicos tentam se eleger vereadores e vice-prefeitos no ES
Foto: Fernando Madeira

Carlos Salvador, Elivelton e Devanir são pastores e também desejam assento como vereadores após a eleiçãoDo púlpito para os palanques eleitorais. A junção entre política e religião ganha novos contornos no Espírito Santo nas eleições deste ano, já que muitos pastores decidiram ingressar também na vida pública, encarando a disputa pelas Câmaras municipais e prefeituras.
De acordo com o pastor e teólogo José Ernesto Conti, que preside o Fórum Evangélico Político do Estado, o grande número de fiéis faz deste um bom momento para que os membros da igreja, enquanto cidadãos, deem sua contribuição à sociedade estando na política. Dados do último Censo Demográfico do IBGE dão conta de que 1.164.242 pessoas se declararam evangélicas no Estado, o que representa 33,12% da população.
Mas não basta ser pastor para ter votos garantidos. Segundo Conti, a orientação dada aos evangélicos é que escolham representantes que tenham compromisso com a ética e a verdade, além de demonstrarem capacidade de gestão. Em terceiro lugar, o candidato deve apresentar propostas coniventes aos princípios da igreja.
“Temos uma preocupação maior com Educação e Direitos Humanos, que nas últimas administrações têm estado nas mãos de pessoas muito ideologizadas - a discussão de gênero, por exemplo. Queremos que essas políticas não tenham ideologias por trás”, explica Conti.
Para o pastor e vereador Devanir Ferreira (PRB), que concorre à reeleição na Câmara de Vitória, ambas as funções se completam em um mesmo objetivo: “Proporcionar melhorias para a cidade e qualidade de vida para as pessoas.”
Segundo Devanir, a vida religiosa o torna capaz de apresentar projetos políticos relevantes devido à sua “sensibilidade” diante de problemas sociais. Como exemplo, ele cita que foi responsável pela criação de projetos contra a agressão doméstica e em benefício dos consumidores.
“Nós já vivemos o estado laico, mas não podemos confundir separação com exclusão”, pontua Devanir, que se considera um defensor de princípios bíblicos, como a família.
O candidato à Câmara de Vila Velha pelo PR, Carlos Salvador, que é pastor da Igreja Metodista Wesleyana, encontra na Bíblia a razão para que religião e política caminhem juntas. ”José de Arimateia foi senador da República e foi quem pediu o corpo de Jesus para levar ao sepulcro”, argumenta.
Como político, ele diz que não passará por cima de seus princípios cristãos e que suas propostas giram em torno dos direitos da família e da recuperação de dependentes químicos. Apesar disso, pondera: “Sou contra que qualquer pastor ou cristão use o púlpito da igreja para fazer discurso político.”
Há quatro anos atuando na Igreja Missionária Atos 29, a candidata em Vitória, Pastora Ciara (PRP), conta que optou pela política para dar continuidade ao seu trabalho social. “Independente de eu ser política ou não, a minha religião permanece e isso tem uma influência direta sobre a vida política. Meu maior objetivo é criar uma casa de amparo para mulheres viciadas em drogas”, afirma.
Já o pastor da igreja Batista Elivelton Andrade de Almeida (PSDB), que disputa uma cadeira na Serra, acredita que o ponto de encontro entre política e religião reside no compromisso com a vida das pessoas.
“O que vai fazer a diferença são pastores comprometidos coma ética, a moral e a honestidade. Um pastor assim faz a diferença dentro na igreja, no seu trabalho, em um órgão público”, garante ele.
Comunhão de política e religião é perigosa
“A relação entre política e religião não é ruim, desde que tenhamos a medida certa do que é Estado e do que é igreja”, define o professor de Ética e especialista em Política da Universidade Mackenzie de Campinas, Gerson Leite Moraes.
Segundo ele, a influência da religião sobre a política perdura há séculos, mas avaliar o desempenho de pastores à frente de cargos políticos depende do modo como eles interpretarão o mandato.
“De forma geral vamos encontrar pastores sérios, que estão envolvidos com questões sociais e que entendem que poderão potencializar suas atividades na política. No entanto, muitos querem entrar na política para serem representantes de suas igrejas e isso é muito perigoso, pois eles não se elegem para serem representantes do povo”, explica.
O professor destaca que quando o segundo caso acontece, corre-se o risco de atropelar o processo democrático. “As coisas podem ficar nebulosas, envolvendo questões que não têm relevância para o município. Já tivemos no Brasil situações em que a cidade tem o nome de uma santa e o vereador, sendo representante de um grupo que não tem nenhuma relação com o catolicismo, lançou um projeto de lei para alterar o nome da cidade. É a prova evidente de um trabalho ineficaz”.
Igreja Católica não quer padres na disputa
Foto: Edson Chagas

"Peço aos presbíteros e aos diáconos que não assumam atitudes públicas de apoio a algum candidato" - Dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo de VitóriaSe de um lado os evangélicos estão dispostos a ingressar no ramo político, do outro, a Igreja Católica impõe uma série de restrições aos seus membros. Em função da chegada do período eleitoral, o arcebispo metropolitano de Vitória, dom Luiz Mancilha Vilela, reforçou, através de um comunicado, que membros do clero e leigos que exercem funções dentro da Arquidiocese de Vitória não devem ser candidatos ou fazer propaganda política.
Entre as diretrizes, direcionadas aos presbíteros e diáconos, está a de que não se faça propaganda política ou partidária citando nomes de candidatos a um cargo político tanto em celebrações litúrgicas quanto em outras reuniões de caráter evangelizador.
“A Igreja não tem partido, ou seja, nenhum candidato pode apresentar-se como seu representante. Porém, a Igreja apoia a política do bem comum e todos os candidatos comprovadamente honestos que se propõem para servir o país. É necessário, porém, separar a participação cidadã no processo eleitoral e a propaganda política no exercício das atividades litúrgicas e nos espaços celebrativos”, justificou dom Luiz em sua carta, publicada no site da Arquidiocese no final do mês de agosto.
A carta reafirma que presbíteros e diáconos são cidadãos livres para escolher seus candidatos. Porém, diante da comunidade eclesial celebrativa, o presbítero é um homem de comunhão e tem o dever de unir a todos. “Por isso, ele está impedido de assumir qualquer facção político-partidária”, reforça.
Caso julgue necessário, o presbítero poderá promover debates no salão paroquial, desde que obedeça as regras da Justiça Eleitoral.
Presbíteros e diáconos que agirem contra as normas poderão sofrer, inclusive, punição. “Qualquer desobediência neste sentido será motivo de advertência. Insistir na desobediência levará ao impedimento do exercício do ministério eclesiástico”, ressalta a publicação.
Nenhum Contato
Dom Luiz também pede que membros da Arquidiocese de Vitória evitem qualquer tipo de contato com candidatos a cargos políticos, ainda que a aproximação seja em benefício dos mais pobres.
“Os candidatos éticos sabem que os pobres têm a preferência da ação política por uma sociedade justa e fraterna. Tomem cuidado para não se deixar vincular com políticos que contradizem a nossa pregação dos valores cristãos”, adverte dom Luiz, que fez mais um pedido: “Peço aos presbíteros e diáconos que não entrem em campanhas públicas, como em caminhões e outros veículos, em defesa e propaganda de algum político, nem assumam atitudes públicas de apoio a algum candidato”.
Deputado que é padre diz que trabalho pastoral foi ampliado
Foto: Reinaldo Carvalho / Ales

Honório Siqueira foi eleito na Assembleia em 2014Chegando à metade de seu primeiro mandato como deputado estadual pelo PT, Padre Honório, de 58 anos, avalia que sua transição do clero para a Assembleia Legislativa já rendeu frutos positivos. O legislador defende que a união entre política e religião pode ser benéfica para os cidadãos.
“O que eu percebo é que estou fazendo missão quatro vezes mais do que eu fazia antes. Antes, eu trabalhava essas questões sociais, como agricultura e meio ambiente, dentro da minha paróquia. Hoje, eu posso fazer no Estado todo”, justifica.
Vindo de São Mateus, no Norte do Estado, Honório Siqueira exerce sua função na Igreja há 30 anos e há 16 filiou-se ao PT. Atualmente, suas funções enquanto padre são restritas. “A Diocese de São Mateus foi orientada que onde o padre me convidar para celebrar, eu posso celebrar. Mas tenho evitado fazer isso no período de eleições para não dar margem a comentários”, explica ele.
Segundo o padre, ele tem conciliado bem as duas funções. “Um padre não pode ser diretor de hospital ou de escola? Se você tiver princípios, você pode exercer todas essas funções com qualidade”, pontua.
A cartilha do catolicismo
Propaganda proibida
Sem partido
Em suas recomendações para presbíteros e diáconos, dom Luiz ressalta que a Igreja Católica é apartidária e que candidato nenhum pode representá-la.
Sem candidaturas
O arcebispo também reforça que membros da Arquidiocese de Vitória não podem se candidatar a cargos políticos, bem como fazer propagandas político-partidárias durante as celebrações ou reuniões oficiais evangelizadoras. Assessorar candidatos também é vetado.
Debate
No entanto, se o presbítero julgar oportuno, poderá promover debates no salão paroquial, obedecendo às regras da Justiça Eleitoral.
Isolamento
Evitar o contato
Membros atuantes na Igreja Católica devem evitar o contato com candidatos a cargos políticos (sair em veículos de propaganda, por exemplo), ainda que em benefício dos pobres.
Desobediência
Punição
Contrariar as regras estabelecidas pela Arquidiocese de Vitória é motivo de advertência. Insistir na desobediência levará ao impedimento do exercício do ministério eclesiástico.

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