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Estado Islâmico corta salário e leiloa terra devido à crise financeira


CAIRO - Assim como a ideologia, a instabilidade financeira se alojou no centro da retórica de recrutamento de jovens desolados no Ocidente e jovens deslocados pelos conflitos no Oriente Médio. Desde a proclamação do califado, o grupo extremista se gabava de construir um Estado próspero que proveria teto, bons salários e ajuda social aos que migrassem para seus territórios na Síria e no Iraque. Agora, as finanças da organização terrorista começam a minguar à medida que se intensificam os bombardeios aéreos da coalização internacional liderada pelos Estados Unidos.




A austeridade hoje comanda a administração de Abu Bakr al-Bagdadi e seus seguidores. "O grupo extremista se viu obrigado a reduzir à metade o salário de dirigentes e em 30% a remuneração de soldados e oficiais", confirmou ao “El Mundo” o analista Hashem al-Hashimi, assessor do governo iraquiano e importante fonte de informação sobre o que acontece na cidade sitiada de Mossul.

Os ataques aéreos golpearam nove bancos do Estado Islâmico. Em pelo menos um deles, havia US 150 milhões depositados. Os demais haviam sido esvaziados previamente. A investida aérea ocidental que causou mais danos à estrutura financeira do EI ocorreu no início de janeiro, quando a frota americana destruiu a sede do Banco al-Rashid, no Leste de Mossul. Alguns dias depois, a agência de notícias al-Amaq, afiliada ao grupo terrorista, divulgou um vídeo que mostrava os escombros das instalações, com fragmentos de papel e de mobiliário entre as ruínas. A perda de um dos depósitos usado como Banco Central impôs à cidade uma economia de guerra.

Segundo uma ativista local que não quis se identificar, o extremistas responderam à crescente ameaça esvaziando as reservas de dinheiro para ocultá-las em túneis perfurados no subsolo da cidade. Para transportar esses recursos, eles preferiram táxis e transportes públicos em uma tentativa desesperada de se esconder dos aviões de vigilância, disse a ativista.

Em busca de receita, o Estado Islâmico optou por leiloar, nas últimas semanas, as propriedades confiscadas da minoria cristã, expulsa da cidade em julho de 2014. A escassez de dinheiro tem agravado as já precárias condições de vida dos habitantes de Mossul, que a propaganda do grupo trata de maquiar. "A situação é muito ruim. As pessoas têm fome, têm medo. A maioria das famílias não tem dinheiro para comida, mas também não tem opções de escapar", afirmou Said Mamuzini, ex-dirigente do Partido Democrático do Curdistão em Mossul.

Os preços dos alimentos sobem diariamente e o Estado Islâmico tenta agora compensar as perdas a partir da elevação de impostos. A saúde também foi afetada. Os remédios estão mais caros e as salas de cirurgia são reservadas para combatentes do EI. Cortes também foram confirmados por Abu Mohamed, empresário que fugiu de Mossul e hoje reside na região limítrofe do Curdistão. Enquanto isso, a população recorre às poupanças, porque o governo central proibiu transferências bancárias a territórios controlados pelos jihadistas, explicou Mohamed.

Disputa internas

O EI conseguiu tecer com total impunidade uma rede de extorsões - em forma de promessas de proteção - que financiaram o auge do grupo. A série de “impostos revolucionários” se estendia por todo o comércio. Em setembro de 2011, os donos das farmácias da cidade deviam pagar entre US$ 100 e US$ 200 aos extremistas, e os construtores destinavam entre 5% e 10% de cada contrato aos jihadistas. Desde então, os terroristas também desfrutaram dos US$ 16 milhões mensais que Bagdá enviava para pagar os salários dos funcionários da província de Nínive.

Os bombardeios na Síria contra refinarias e caminhões de transporte de petróleo - uma das principais fontes de arrecadação do grupo - também feriram o bolso dos terroristas. Segundo o analista Ayman al-Tamimi, conhecedor da estrutura extremista, um documento autêntico atesta a redução pela metade dos salários de combatentes em Raqqa, capital do califado.

A menor capacidade de arrecadação - via recolhimento de impostos, resgates ou tráfico de seres humanos e antiguidades - se somam às derrotas sofridas no campo de batalha. Washington calcula que o Estado Islâmico perdeu 40% de seu território no Iraque e 20% dele na Síria. Isso fora as rotas de abastecimento perdidas. "Há sinais de crise econômica por uma série de fatores, como as restrições na fronteira com a Turquia e a decisão do governo iraquiano de suspender o pagamento do salário de seus empregados em zonas controladas pelo Estado Islâmico", explicou Tamimi.

A limitação das finanças tem ocasionado a deserção de combatentes desencantados. A rede de ativistas “Raqqa está sendo massacrada em silêncio” detectou nos últimos meses um aumento no número de jihadistas que pediram ajuda para abandonar a organização terrorista. Documentos obtidos por Tamimi indicam que, em outubro passado, o Estado Islâmico declarou um mês de anistia aos membros que haviam deixado as fileiras, o que é considerado crime sob pena de morte pelo grupo.

Com o rebaixamento de salários, afloraram também as disputas entre os quadros dirigentes do EI. "Começamos a ver com claridade as divisões que existem entre as tropas de Bagdadi e os batalhões de Abu Omar al-Shishani", afirmou Mamuzini, em referência ao líder do califado e ao jihadista checheno e ex-sargento georgiano que opera como comandante das fileiras na Síria.


(Agência O Globo)

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