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Mais empresas fecharam as portas em 2015 do que em todo ano passado


Que o ano de 2015 está sendo atribulado para todos os setores da economia brasileira, isto não é novidade. Especialistas afirmam que a tormenta deve permanecer durante o resto deste ano e começar a amansar no ano de 2016. Enquanto isto, muitas empresas do comércio não estão aguentando trabalhar no vermelho e, sem enxergar saída, fechando as portas.
Só nos três primeiros meses de 2015, 1136 empresas dos mais diferentes ramos do comércio foram baixadas no Espírito Santo, enquanto durante todo o ano passado, 1053 empresas fecharam. Para se ter uma ideia do dano, 19 pontos no Shopping Vitória estão vagos, um panorama muito diferente do que se via no ano passado.
"Se olharmos o Shopping Vitória, quase 30 lojas estão fechadas. Há um ano atrás, tinha fila para entrar lá. Mudou muito o cenário. E a crise ainda nem bateu em todos. Este número de baixas ainda vai aumentar 20% no primeiro semestre", disse José Carlos Bergamin, diretor da Federação do Comércio do Estado do Espírito Santo (Fecomércio-ES).
Segundo Bergamin, o ramo de vestuário é totalmente dependente da economia, já que trabalha com o desejo do ser humano, e está no ramo de supérfluos. "Quem é da velha guarda sabe o que é uma inflação a 30%, mas a nova geração não viveu isso. Quando vê a gasolina disparar de R$ 2,90 para R$ 3,40 é que enxerga a situação. Por isso o vestuário foi tão atingido. Ninguém tem condições de consumir o que tem aos montes, no caso da roupa, numa situação dessas", explicou.
O ramo do comércio que mais sofreu, foi o de vestuário e acessórios. No primeiro trimestre de 2015, 112 empresas do ramo fecharam as portas, contra 90 em todo o ano de 2014. "O consumidor tem muita roupa. Por isso o vestuário foi tão atingido. Ninguém tem condições de consumir o que tem aos montes, com é o caso da roupa, numa situação dessas", explicou.
Cai faturamento
O presidente do Sindicato das Indústrias de Vestuário de Colatina e Região (Sinvesco), Fábio Tadeu Zanetti, disse que cerca de 20 empresas da região fecharam as portas e que neste primeiro trimestre o faturamento reduziu na ordem dos 20%. Segundo ele, o momento é de suportar a crise e adaptar a gestão ao novo cenário econômico.
"As empresas não conseguiram repassar a sua alteração de custo de energia, que subiu, salário e carga tributária, que subiram, para os produtos, em função da pré-recessão. Isso diminuiu o faturamento, gerou demissões e algumas empresas não aguentaram e fecharam. É hora de aprimorar a gestão sem perder produtos e mercados", afirmou Zanetti.


Desemprego: queda de 10% no vestuário
Com o cenário altamente negativo, o primeiro corte é nos postos de trabalho. O que normalmente acontece nos finais de ano é que parte da mão de obra extra contratada temporariamente para o período de fim de ano torne-se efetiva. Este ano isto não aconteceu. Pelo contrário, muitas pessoas foram demitidas de seus postos efetivos.
Segundo José Carlos Bergamin, os principais shoppings da Grande Vitória, que no mesmo período do ano passado contavam com filas de espera para novas lojas, hoje contam com dezenas de espaços vagos, esperando empreendedores. Ele estima que, até o momento, as oportunidades de emprego no ramo caíram 10% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
"No Espírito Santo e no Brasil é preciso contar até 10 para abrir um novo negócio neste setor. A cada novo consumidor que entre no mercado, abrem quatro novos pontos comerciais. Além disso, temos o comércio eletrônico, que cresce muito, os shoppings na periferia, que vem matando o comércio nos bairros pequenos", contou Bergamin.
E continuou: "A queda no emprego tende a ser cada vez mais expressiva e aí entra a questão da qualificação. Tem que ter um serviço personalizado e de qualidade".
Fábio Zanetti informou que nas indústrias do vestuário de Colatina a redução no primeiro trimestre com relação ao mesmo período do ano passado foi de 300 postos de trabalho, o que representa 5%.

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