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Vereadores acham justo salário de R$ 9,2 mil

Parlamentares da Serra criticaram ontem quem votou contra

foto: Vitor Jubini
Manifestantes exibiram imagens dos dez vereadores que aprovaram aumento
Manifestantes exibiram imagens dos dez vereadores que aprovaram aumento

Mariana Montenegro

mmontenegro@redegazeta.com.br

Na sessão seguinte à derrubada do veto ao projeto que aumentou o salário dos vereadores em 61% na Serra, os parlamentares defenderam a remuneração de R$ 9,2 mil e criticaram colegas que votaram pelo recuo. O valor vale a partir de 2013.

"O salário é justo porque dedico 24 horas do meu dia a vereança. Sou presidente de duas comissões", disse Dório Pantanal (PMDB). Ele ainda destacou que os vereadores da Serra não atingiram o teto constitucional de R$ 12 mil.

A mesma linha seguiu o vereador Marcos Tongo (PTdoB). "Não dou dinheiro para o povo. Mas tenho uma estrutura para receber a população, o que gera gastos. Se olharmos o nosso trabalho, o salário é justo", afirmou ele.

Tongo ainda acusou os colegas que mudaram de posição "apenas para mostrar para plateia". Guto Lorenzoni (PP), Jamir Malini (PTN) e João Luiz Teixeira (PDT) haviam votado pelo aumento, mas recuaram na apreciação do veto do prefeito Sérgio Vidigal (PDT).

Acusando de demagogia os vereadores contrários ao reajuste, Aldair Xavier (PTB) justificou sua posição alegando que se trata de uma questão constitucional. Na tribuna, Boy do INSS (PSB) defendeu o reajuste.
foto: Vitor Jubini/GZ
Manifestantes exibiram imagens dos dez vereadores que aprovaram aumento
Manifestantes exibiram imagens dos dez vereadores que aprovaram aumento
Três vereadores faltaram ontem. Votaram pelo aumento e não quiseram falar com a imprensa: David Duarte (PDT), Neidia Maura (PR) e o presidente Raul Cezar Nunes (PDT).

Poucos manifestantes acompanharam a sessão de ontem na Serra, mas passaram o recado. Cruzes vermelhas com o rosto dos dez parlamentares que derrubaram o veto foram colados no vidro da galeria em sinal de indignação.
Ainda na sessão de ontem, Guto Lorenzoni cobrou resposta de um requerimento de informação feito à prefeitura há meses. Disse que, se em uma semana não obtiver resposta, entrará com pedido de CPI.

Câmara de São Mateus propõe reajuste menor

Após recuar de um reajuste salarial de 86%, os vereadores de São Mateus devem apreciar na próxima semana projeto que estabelece o salário em R$ 6,1 mil.

O valor é o mesmo que os vereadores recebiam no início da gestão, mas que foi considerado irregular pela Justiça. Hoje o subsídio é de R$ 5,1 mil.

Foi em São Mateus que os vereadores tinham aprovado um reajuste que elevou a remuneração para R$ 9,49 mil, em sessão ocorrida durante a madrugada – cancelada depois.

O presidente da Casa, Carlos Alberto (PP), disse que está tomando providências para anular a emenda que aumentou de 11 para 17 representantes no Legislativo a partir de 2013. Segundo ele, "houve falhas no processo e dois vereadores não assinaram a documentação necessária".

Colatina prepara protesto contra aumento

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SISPMC) planeja para semana que vem um manifesto contra o aumento do salário dos vereadores de Colatina, de R$ 3.571, 27 para R$ 7.000,00.

O presidente Décio Rezende afirma que objetivo é cobrar coerência e pedir o veto do prefeito Leonardo Deptulski (PT). "Todo reajuste que o servidor público teve foi repassado aos vereadores, então não podem dizer que foram 12 anos sem aumento. E nada justifica um aumento tão alto", afirmou.

O vereador Sérgio Meneguelli (PMDB) criou um grupo no Facebook chamado "Veta, prefeito Leonardo" – campanha contra o salário de R$ 7.000,00.

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